Meu perfil
BRASIL, Mulher, de 46 a 55 anos, Música, Viagens, evangélica



Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis




Blog de biguaetania
 


DEUS FALA (por Tânia Biguá)
Sou missionária e mantenho contato com muitas pessoas. Conheci uma senhora que estava passando por muitas dificuldades por volta de 2010. Depois meu marido e eu fomos comissionados a dirigir uma igreja bem longe de onde a gente mora. Perdi o contato com ela. Agora em maio 30 de maio de 2014 estava caminhando de manhã cedo, quando me deparei diante da casa dessa senhora. E perguntei a Deus por ela, o que fazia, se permanecia naquela casa, ou ainda em nossa cidade (S. Luís/MA), e assim orei por ela e sua família. No dia 01 de junho recebo de manhã uma ligação de uma empresa de tele-mensagens. A moça me comunicava que era o aniversário da senhora que eu não sabia mais nada dela. A mocinha disse que tinha meu telefone, porque uma certa vez a senhora havia me enviado uma mensagem pelo meu aniversário. E aí ela perguntou e se eu não queria mandar uma mensagem de parabéns à senhora. Pedi o telefone, liguei para ela, conversamos muito. Ela me disse que jamais esqueceu de mim e que orava sempre por mim. Depois liguei para a mocinha da tele-mensagem, e contei como Deus havia usado-a para me reaproximar de uma senhora, que eu havia perdido contato por quase ou mais de cinco anos. Perguntei sobre a mensagem, o que ela havia reservado para ser meu recado a aniversariante. A mensagem era linda. Falava do cuidado de Deus para conosco (Salmo 40:17 diz que somos pobre e necessitados, mas Deus cuida de nós). Contratei, agradeci e disse à mocinha que considerasse os propósitos do SENHOR para a vida dela, e que se deixasse ser usada para abençoar a vida de outras pessoas.
FOI ALGO TREMENDO!!!! UMA CONFIRMAÇÃO QUE DEUS FALA, ALELUIA!!!!



Escrito por taniabigua às 20h02
[] [envie esta mensagem
] []





ENSINA A CRIANÇA NO CAMINHO (Prov. 22:6)

Como pais, temos a responsabilidade de dar bons testemunhos a nossos filhos, entendendo que eles estarão sempre nos observando para seguir nosso exemplo. E Deus também está de olho em nós para saber se estamos sendo bons ou maus pais. O que plantarmos, isso colheremos! (Tânia Biguá)
REFLEXÕES DE UM HOMEM ÍNTEGRO
“No fim da vida, Theodore Roosevelt escreveu ...

a respeito das alegrias proporcionadas a ele pelos filhos. “Há muitos tipos de sucesso na vida pelos quais vale a pena lutar, mas quando se trata de alegria e interesse permanentes, um lar cheio de crianças certamente faz com que todas as outras formas de sucesso e conquista percam sua importância. Nada se compara a isso”.
“Trata-se do comentário de um homem que escreveu 38 livros, foi governador do estado de Nova York, vice-presidente e presidente dos Estados Unidos! No entanto, Roosevelt percebeu que ser o mentor dos filhos, brincar com eles e amá-los eram coisas mais importantes do que os diplomas emoldurados e pendurados na parede, os livros na estante ou o dinheiro dentro da carteira”.
“Lembre-se de que você é a primeira referência na vida de seus filhos. Antes que comecem a assistir aos canais infantis da televisão ou ver os primeiros vídeos educativos, eles sentarão aos seus pés e ficarão olhando para você. O que será que verão? A oração de Paulo aos efésios deve ser a mesma que precisamos fazer por nossos filhos: “...que Cristo habite ricamente no coração de vocês mediante a fé” (Ef 3:17).
“À medida que ensinarmos nossos filhos com nossas palavras e nossas atitudes, eles conhecerão o SENHOR por intermédio de nossas vidas” (Bíblia do Homem)



Escrito por taniabigua às 15h10
[] [envie esta mensagem
] []





TESTEMUNHO DE UMA CRIANÇA E SEUS PAIS

"Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.
(Mateus 18:3). Por Tânia Biguá.


A Ir. Gabriela Abdala Vieira levou a mensagem de Deus às crianças da Igreja Batista em Pq Timbira. Falou sobre Noé, o dilúvio, a dureza do coração dos homens que não creram e a obediência de um homem e sua família, os sobreviventes.
E uma coisa me chamou a atenção. A Filha dela, Vitória (3anos), queria de todo jeito ajudar na pregação. Respondia as indagações da mãe dirigidas ao público, fazendo questão de mostrar que conhece a Palavra.
As crianças recebem a Mensagem de Deus de coração aberto, puro, sincero, humilde e fazem questão de demonstrar com alegria que crêem.
Vitória deu pra mim grandes testemunhos:

1º. Está seguindo o exemplo dos pais.

2º. Ela crê em Deus e na Sua Palavra.

3º. E Dela não tem do que se envergonhar.

Que seja assim para todo sempre, amém!



Escrito por taniabigua às 05h57
[] [envie esta mensagem
] []





3º ANIVERSÁRIO DA IGREJA BATISTA EM PQ TIMBIRA

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor;

a Sua saída, como a alva, é certa; e Ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” (Oséias 6:3)

Deus tem nos surpreendido a cada instante de nossas vidas. Desde que a semente da Igreja Batista em Parque Timbira foi lançada nesta boa terra, Ele tem nos abençoado com toda sorte de bênçãos celestiais.

Mas, sem dúvida alguma, a maior delas é nos usar para o Seu serviço. Gente imperfeita como nós, pregando a Perfeição, para que outros imperfeitos creiam no grande poder divino de transformar a vida de pecadores, sendo eu o principal.

E assim, devagar e sempre, a Palavra do SENHOR vem produzindo seus efeitos nestes três anos de trabalhos.

Como a chuva serôdia, que chega no tempo certo para regar o que está seco, Deus vai realizando Sua obra, fazendo-nos aprender mais de SI e nos dando o crescimento para frutificarmos.

Longe de estarmos maduros, o mais importante é que queremos crescer na graça e na sabedoria e prosseguir em conhecer ao SENHOR que nos salvou e que quer salvar a toda a humanidade.

Nosso trabalho está nas mãos de Deus e assim estamos seguros, tendo a cada novo dia a renovação das Suas misericórdias sobre nós, e muito motivos de louvor e esperança. Como diz o salmista: "Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó Senhor; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade"  (Salmo 89.1).

 

Missionária Tânia Biguá

 



Escrito por taniabigua às 05h54
[] [envie esta mensagem
] []





CAIO LUCAS E O O DIA DA CRIANÇA 2012

 "E o menino JESUS crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele".(Lucas 2:40).
É imperativo crescer. Por mais que desejemos ser crianças, com todos os seus privilégios; por mais que amemos nossas crianças, a ponto de desejar que elas sejam sempre assim, mas não tem jeito. Todas têm que crescer.
O Biguá, e eu que escrevo (Tânia Biguá), tivemos o privilégio de ver o crescimento de uma criança absolutamente incrível, chamada Márcio Biguá. Foi praticamente criado pelos tios Zé Augusto e Ruth. AdotouAlessando, Isabela e Fernanda como irmãos e viveu a vida cercado de mimos. Fazíamos de tudo para vê-lo feliz, até como forma de compensar nossas ausências.
Coloquei-o numa escola de reforço por alguns meses, antes do oito anos de idade, e ele enfaticamente me disse: "mãe, eu vou estudar sozinho, pode confiar". Confiei! E assim ele foi brilhante em todos os anos que estudou, até concluir sua monografia no curso de Direito com a nota 10.
Nosso menino cresceu, casou e nos deu um neto lindo, Caio Lucas. E é este menino que estamos vendo crescer, lindo, educado, obediente, predicados raros em meio a nossa geração. Com sete anos de idade, já tão grande, tão inteligente, de falar fácil, decidido, mas frágil, continua sendo dependente do nosso amor e do nosso cuidado.
Pegando esses dois exemplos tão próximos, queremos desejar aos pais sabedoria, para que eduquem seus filhos no caminho, ao levantar, ao levar para a escola, no almoço, no jantar, ao deitar, ensinando-os a amar a Deus e ao próximo, como a si mesmo. A falta de amor a si mesmo tem levado muitas pessoas à loucura, às drogas, ao suicídio.
O melhor presente que podemos dar às nossas crianças é o amor. Mas o amor é plantado em nossos corações por Deus, que é amor (1 João 4:8). Busquemos intensamente este Amor para distribuir às crianças, para que elas cresçam, e se fortaleçam em espírito, cheias de sabedoria; e assim, a graça de Deus estará sobre elas.
(Tânia Biguá)



Escrito por taniabigua às 05h37
[] [envie esta mensagem
] []





Conta-se que um grande fazendeiro era criador de ovelhas. Nasciam diariamente muitas ovelhas em sua fazendo.

Um dia uma ovelha, ao dar cria, veio a falecer, ficando, portanto, uma ovelhinha sem a mãe.

No mesmo dia uma ovelha, ao dar cria, viu morrer sua ovelhinha, ficando, portanto, uma mãe sem o seu filhote.

O fazendeiro, preocupado com a situação, fez o que qualquer um de nós faria: pegou a ovelhinha sem a mãe e levou para mamar na ovelha que havia perdido o filhote. Mas, qual foi sua surpresa ao ver que a ovelha mãe, ao cheirar a pequena ovelhinha, e não sentindo o seu cheiro nela, rejeitou a ovelhinha órfã, dando-lhe coices e cabeçadas.

O fazendeiro, decepcionado, pensou não haver solução para o problema. Mas veio-lhe uma idéia genial: foi ao curral, onde estava a ovelhinha que nascera morta, e com todo cuidado retirou-lhe a pele, colocando-a sobre a ovelhinha órfã. Entusiasmado e alegre, levou a ovelhinha órfã para ser amamentada pela ovelha que havia perdido a cria. Para sua alegre surpresa, o fazendeiro viu novamente a ovelha cheirando a pele que era da sua própria cria, que havia morrido. E assim, a ovelha aceitou e amamentou a ovelhinha órfã, como se fosse sua.

Essa estória nos ajuda a entender o que aconteceu na cruz do calvário. O Cordeiro de Deus morreu. Sua pele passou a nos revestir (justiça de Deus). E assim Deus, sentindo o cheiro de Cristo em nós, passou a nos aceitar, nos adotando como filhos, aleluia!



Escrito por taniabigua às 10h55
[] [envie esta mensagem
] []





«Escutem o que ele diz!»

«Escutem o que ele diz!»

leitura da Palavra

 

ESCOLHIDOS POR DEUS

 

Mateus 17,1-9

 1 Seis dias depois, Jesus subiu a um alto monte e apenas levou consigo Pedro e os dois irmãos Tiago e João. 2 O seu aspecto transformou-se então diante deles. O rosto ficou brilhante como o Sol e a roupa cintilante como a luz. 3 Nisto, viram Moisés e Elias a conversar com Jesus. 4 Então Pedro exclamou: «Senhor, é tão bom estarmos neste lugar! Se quiseres, faço aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias.» 5 Ainda ele estava a falar, quando uma nuvem brilhante apareceu por cima deles. Da nuvem saiu uma voz que dizia: «Este é o meu Filho querido em quem tenho toda a satisfação. Escutem o que ele diz!» 6 Ao ouvirem aquela voz os discípulos curvaram-se até ao chão e tiveram muito medo. 7 Mas Jesus aproximou-se e tocou-lhes, dizendo: «Levantem-se! Não tenham medo!» 8 Quando levantaram os olhos não viram mais ninguém senão Jesus. 9 Ao descerem da montanha, Jesus avisou-os para não contarem a ninguém o que tinham visto, antes de o Filho do Homem ressuscitar.

 Outras Leituras: Génesis 12,1-4; Salmo 33,4-5.18-20. 22; 2 Timóteo 1,8-10

 1. Leitura:

 Jesus escolhe apenas três dos seus discípulos para subirem com ele à montanha para um tempo de oração. E os discípulos testemunham algo extraordinário.

 A primeira coisa de que se apercebem é que o rosto de Jesus fica brilhante. Depois, notam que as suas roupas também resplandecem como a luz. Segue-se a conversa com Moisés e Elias.

 O aparecimento destes homens, figuras de vulto em Israel, é muito relevante. Moisés guiou o êxodo do povo de Deus libertando-o da escravidão do Egipto. Muitos judeus esperavam que o profeta Elias voltasse antes da vinda do Messias.

No relato de Lucas (Lucas 9,31) os profetas falam com Jesus sobre o facto de em breve ele cumprir o desígnio de Deus através da sua morte (ou “êxodo”, significado literal da palavra usada por Lucas) em Jerusalém. Jesus irá cumprir o plano de Deus para salvação da humanidade, trazendo libertação eterna.

 Esta experiência de cortar a respiração pode ter fortalecido Jesus. Ele iria enfrentar muitos desafios nos dias que culminariam com a sua morte na cruz. A nuvem brilhante revela a presença de Deus e encobre a sua glória. Tal como no baptismo de Jesus, Deus fala. Ele afirma que Jesus é o seu Filho escolhido. E desta vez Deus acrescenta uma instrução para os discípulos – “Escutem o que ele diz”.

 Este acontecimento, juntamente com os outros milagres e os ensinamentos que os acompanharam, deveria ter esclarecido os discípulos. Mas eles precisavam de ir muito mais longe com Jesus. Na verdade, só quando se encontram com ele após a ressurreição é que eles compreenderam realmente quem ele era e qual a missão que Deus lhe confiara aqui na Terra.

2. Meditação:

  • Que sentimentos e emoções terão os discípulos experimentado?
  • Deus diz acerca de Jesus “Este é o meu Filho querido em quem tenho toda a satisfação. Escutem o que ele diz!” Que terão os três discípulos pensado de tudo isto?
  • Por que terá Jesus ordenado que não contassem a ninguém o que tinham visto até que Filho do Homem ressuscitasse?
  • Em que outras circunstâncias Deus apareceu encoberto por uma nuvem?

 

3. Oração:

           As palavras do SENHOR são retas;

as suas obras mostram a sua fidelidade.

Que o teu amor, Senhor, nos acompanhe,

pois pusemos em ti a nossa confiança!           (Salmo 33,4.22)

 É fácil escutar a voz de Deus? Leia o Salmo 33. Poderá centrar-se em apenas alguns versículos, como os dois acima. Peça a Deus que lhe fale. Depois responda-lhe em oração.

 4. Contemplação:

 “Deus é que nos salvou e nos chamou, de um modo especial. Não foi pelos nossos méritos, mas pelo seu próprio plano e pela graça.”   2 Timóteo 1,9

 Na leitura de 2 Timóteo 1,8-10, o apóstolo incentiva-nos a não nos envergonharmos de dar testemunho de nosso Senhor nem de sofrer pela Boa Nova. Considere a sua resposta a isto.



Escrito por taniabigua às 10h48
[] [envie esta mensagem
] []





ELEGÂNCIA

(DESCONHEÇO O AUTOR)

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detecta-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.
É elegante a gentileza...
Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,
Mas tentar imita-la é improdutiva.
A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.



Escrito por taniabigua às 00h20
[] [envie esta mensagem
] []





Dependentes da Graça de Deus

Em certa ocasião, Jesus aproximou-se dos discípulos onde eles estavam no meio de uma multidão e os escribas a discutirem com eles. Jesus então perguntou o que estava acontecendo e um dos homens no meio daquela multidão reclamou porque havia trazido o seu filho possesso de um espírito mudo que o maltratava muito e os discípulos não tinham conseguido libertá-lo. Ao trazer o menino para apresentar a Jesus, aquele homem desesperado falou: 

 “Se Tu podes alguma coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós!”. 

 E Jesus disse àquele homem: 

 “Tudo é possível ao que crê.”. 

Imediatamente exclamou o pai do menino: 

“Eu creio, mas vem em socorro à minha falta de fé.”

 

Esse episódio, narrado por Marcos (Mc 9.14-29), é cheio de ensinamentos e um deles nos chama muito à atenção. A reação do pai daquele menino, que há muito tempo vinha sofrendo com os ataques que ele sofria. O sofrimento era muito grande, muitas foram as tentativas de libertação daquele menino, todas sem sucesso. A última esperança daquele homem estava depositada nos discípulos de Jesus, que também acabaram por decepcioná-lo. Poderíamos até dizer que aquele homem já estava sem esperança. Mas Jesus chega e pergunta desde quando aquele menino está sofrendo com aquele mal e a esperança daquele homem se renova. Mesmo assim, uma esperança meio desconfiada, talvez com medo de mais uma decepção, porque o sofrimento vinha desde a infância do filho. E naquela esperança meio desconfiada, aquele homem disse para Jesus: “Se Tu podes alguma coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós!”.

Veja que ele falou no condicional, como se não acreditasse muito. Porém, mesmo não acreditando muito, naquele momento ele depositou toda a sua confiança em Jesus e pediu ajuda. “Ajuda-nos, compadece-te de nós.”. E Jesus respondeu: “Tudo é possível ao que crê.” E aquele homem não perdeu tempo. Imediatamente exclamou o pai do menino: “Creio! Mas vem em socorro à minha falta de fé.”.

Uma oração simples, mas verdadeira, essencial. Aquele homem estava sem forças diante de tanto sofrimento, sentia que já estava fraquejando na fé e não perdeu tempo: Senhor, vem em socorro à minha falta de fé. Esta deve ser a nossa atitude diante do sofrimento. Reconhecer a nossa miséria e a nossa dependência de Deus e correr para os seus braços. Não há outro a quem recorrer.

Muitas vezes na hora do sofrimento vem o desespero e acabamos nos afastando cada vez mais de Deus. Na busca de soluções imediatas, fugimos daquele que verdadeiramente pode resolver nossos problemas e nos lançamos por caminhos que só nos trarão mais problemas e sofrimentos.

Nós precisamos entender que Jesus está conosco o tempo todo. Precisamos ter a coragem do pai daquele menino que, mesmo sofrendo tanto, mesmo até desconfiando do poder de Jesus, não hesitou em pedir socorro. Eu creio, Senhor, mas vem em socorro à minha falta de fé.

Precisamos reconhecer que somos dependentes da Graça de Deus e que sem ela não adianta qualquer outra tentativa de solução para qualquer problema.

A solução está em Jesus, que disse naquele tempo e repete hoje para cada um de nós: “Tudo é possível ao que crê.”. Se não cremos, olhemos para o alto e digamos com humildade e convicção: Senhor, eu creio, mas aumentai a minha fé.

http://amigosdejesus.com.br/



Escrito por taniabigua às 11h38
[] [envie esta mensagem
] []





Oração e disciplina

(Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil)

Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos - Colossenses 4.2.

• Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus. Então aqueles homens foram investigar e encontraram Daniel orando, pedindo ajuda a Deus. (Daniel 6.10-11)
• De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando. (Marcos 1.35)
• Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração (Jeremias 29.12-13).

a. Jesus nos ensina a orar sempre, sem desanimar (Lucas 18.1), como Ele mesmo fazia. Antes de andar sobre o mar, Jesus orou uma noite inteira (Mateus 14.23). Antes de estar pronto para o Calvário, Jesus orou uma noite inteira (Mateus 26). Antes de chamar seus discípulos, Jesus orou uma noite inteira (Lucas 6.12).


b. Não ore apenas quando precisa pedir algo. Ore pelo desejo de comunhão com Deus. Ore porque ama a Deus.

c. Já sabemos tudo o que precisamos sobre o valor da oração. Por isto, oramos. (Por que?) Aleluia. Já sabemos tudo o que precisamos sobre o valor da oração. Apesar disto, oramos pouco ou muito pouco. (Por que?) Perdão, Senhor.

d. Uma vida marcada pela oração é uma vida de renúncia ao poder esperado da oração e ao prazer que não venha da companhia de Deus. A renúncia nasce na decisão, desenvolve-se na perseverança, cresce na disciplina (fazer o que, por vezes, não queremos, para alcançar o que precisamos).

e. Disciplina na oração tem a ver com disciplina na vida. Ninguém vence na vida sem disciplina. Ninguém vence na vida de oração sem disciplina.

f. Disciplina na oração tem a ver com prazer. Se oramos pouco, é porque não temos prazer em orar. Se temos prazer nela, buscamos nos disciplinar para orar mais.

g. Sem disciplina, não oramos. Sem oração, começamos nossa vida na dependência de Deus e podemos terminá-la na dependência de nós mesmos.

h. Não dá para pôr sem tirar. Não dá para pôr o nosso coração diante de Deus sem tirar parte do nosso tempo e do nosso prazer de outras atividades que nos comprimem. Em oração, menos é mais. Menos televisão, por exemplo, é mais oração. Menos sono, por exemplo, é mais oração. Menos isto é mais oração. Menos aquilo é mais oração.

i. O reavivamento espiritual começa na intensidade, mas se desenvolve na regularidade. A intensidade na oração produz projetos, mas é a regularidade que permite realizá-los. A intensidade nos extasia, mas a regularidade nos amadurece.

j. Teremos tempo para orar, quando soubermos, na prática, quem é o Dono do nosso tempo. Se o nosso tempo também estiver no altar, viveremos no altar.

l. Escolhemos um estilo de vida e depois o condenamos, como se não o tivéssemos escolhido.

m. A rotina, quando ainda não é rotina, é sacrifício. A rotina, quando se torna uma rotina, é liberdade. A rotina, quando fica vazia, é aridez. A rotina, quando cínica, nos torna frívolos. A rotina não é para matar. É para permitir mais vida.

n. A rotina corta o caminho do retrabalho. Há muito tempo desperdiçado (logo irrecuperável) no retrabalho, que consiste em refazer o que foi deixado pela metade (uma meia deixada no chão, uma leitura inacabada, um compromisso deixado de lado, uma intercessão não encaminhada).

o. Disciplina tem a ver com hábitos. Precisamos investir na sua formação. Há, portanto, passos para serem dados por quem deseja ser uma pessoa de oração:

1. Responda, com honestidade, para você mesmo, à seguinte pergunta: "quero mesmo ser uma pessoa de oração?"
2. Deseje ser uma pessoa de oração, na quantidade (no tempo) e na qualidade (no conteúdo: magnificação, gratidão, confissão, atenção), em função do prazer que dá conhecer mais e melhor a Deus, não em função do que Ele pode dar.
3. Reconheça a sua dificuldade em consagrar tempo para a oração e peça a Deus para lhe moldar nesta área, básica para as demais. Conheça a você mesmo. Conheça seu corpo (para ver qual o melhor horário e qual a melhor posição para orar). Conheça sua mente (para ver o que lhe concentra ou dispersa). Leia livros sobre oração (como, entre muitos outros: 1. "Celebração da disciplina" e 2. "Oração: o refúgio da alma", ambos de Richard Foster; 3. "O caminho do coração", de Ricardo Barbosa de Souza: 4. "Se meu povo orar", de Israel Belo de Azevedo; 5. "Conversa da alma", de Larry Crabb).
4. Elabore uma lista do que você pode deixar de fazer para ter mais tempo para o que realmente importa.
5. Faça uma agenda diária, que pode soar no início como uma auto-violência.
6. Firme um compromisso, que seja mensurável. (É vago dizer: "vou orar mais". É preciso dizer: "vou orar todos os dias TANTOS minutos por dia".)
7. Comece com pouco. (Não queira pular de 5 minutos para 90 minutos diários.) Quem começa com pouco sabe onde está. Estabeleça metas claras, difíceis mas alcançáveis.
8. Crie mecanismos facilitadores à prática da oração (compromissos com duplas/trios/grupos de oração; compromissos por escrito; compromissos públicos; horários possíveis, espaços convidativos, agendas; diários; oração em voz alta, para dispersar a dispersão).
9. Procure tornar a hora da oração em algo agradável (como a criação de um ambiente propício, posição confortável do corpo, audição de músicas de preparação, leitura intercalada de trechos da Bíblia).
10. Avalie a sua caminhada. Agradeça o que já alcançou, mesmo que tímido. Recomece, se for necessário, tantas vezes forem necessárias.
11. Ore com a Bíblia, tendo em mente homens e mulheres de oração da história do povo de Deus. Ore a Bíblia, lendo/repetindo/memorizando textos que nos ensinam a saborear a presença de Deus..

p. Deseje orar. Deseje ser alguém cujo desejo seja modelado pela oração, cujo pensamento seja nutrido pela oração, cujos atitudes sejam mediadas pela oração, em voz alta, em voz baixa, em voz alta e voz baixa, sem voz alguma. Marque na Sua Bíblia, como esses textos:

1. "Antes de terminar de orar em meu coração, surgiu Rebeca, com o cântaro ao ombro. Dirigiu-se à fonte e tirou água, e eu [Eliezer] lhe disse: `Por favor, dê-me de beber'" (Gênesis 24.45)

2. "De manhã ouves, Senhor, o meu clamor; de manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança. Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar" (Salmo 5.3-4).

3. "Conceda-me o Senhor o seu fiel amor de dia; de noite esteja comigo a sua canção. É a minha oração ao Deus que me dá vida" (Salmo 42.8).

4. "Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração; responde-me, por teu grande amor, o Deus, com a tua salvação infalível!" (Salmo 69.13).

5. "Seja a minha oração como incenso diante de ti, e o levantar das minhas mãos, como a oferta da tarde" (Salmo 141.2).

6. "E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21.22).

7. "Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração" (Romanos 12.12).

8. "Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos" (Efésios 6.18).

9. "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus" (Filipenses 4.6-7).

10. "E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos. Então o anjo pegou o incensário, encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto" (Apocalipse 8.4-5).



Escrito por taniabigua às 16h57
[] [envie esta mensagem
] []





PROTEÇÃO DIVINA

“Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los.” Salmo 21:11

 

            Existe uma relação estreita entre os Salmos 20 e 21. No primeiro, o povo de Deus clama por auxílio diante dos inimigos. No seguinte, o povo canta e agradece a Deus a vitória concedida.

            Você e eu, com certeza, já suplicamos o auxílio divino. Onde mais podemos ir quando sentimos que os recursos humanos falham? O que podemos fazer quando já não temos mais forças para lutar e os problemas da vida parecem devorar-nos?

           A grande pergunta a que precisamos responder hoje é: E depois? Quando o perigo passou e o Senhor concede-nos a vitória desejada, quanto tempo paramos para agradecer a Deus?

           No Salmo 21, David agradece a Deus, não só as vitórias que já foram alcançadas, mas as vitórias que ainda não foram concedidas. Esta é a lição de hoje. A gratidão pelas bênçãos do passado não é apenas um ato de louvor e reconhecimento, mas também um fator imprescindível de esperança. Só sentiremos medo em relação ao futuro, se nos esquecermos dos grandes feitos de Deus no passado. Pequenos grandes feitos. Grandes pequenos feitos. Coisas simples, como o fato de ter nascido, de estar vivo, de ter uma família, de poder andar.

           A ingratidão é destrutiva. Aniquila em si a capacidade de olhar para o futuro, e faz a pessoa viver em constante temor. O Salmista afirma: “Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas.” Urdir é tramar, maquinar. É o que a aranha faz quando prepara a teia para prender a vítima. Fio a fio, dissimulada e lentamente, vai preparando a armadilha mortal.

           Alguém está a fazer isso contigo no trabalho, na escola ou na vizinhança? Não temas. Olha para o passado, vê como Deus te livrou tantas vezes. Lembra-te de como cada dia em que, sem se aperceber, a mão poderosa de Deus te livrou de tantos perigos. Sê grato s Deus e não temas.

           Hoje, sai com esperança e volta com a certeza de que estás protegido pelas mãos d’Aquele que sempre cuidou de ti. E “se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los.”

 

ALEJANDRO BULLÓN

 



Escrito por taniabigua às 21h20
[] [envie esta mensagem
] []





relacionamento a dois

O resgate do castelo de sonhos

Alex Murad Advogado

E-mail: alexmurad@uol.com.br

 Relacionamentos são feitos para dar certo. Ninguém quer ser infeliz numa relação a dois. Não há sentido em dividir a vida com outra pessoa sem que isso traga felicidade.

Devemos encontrar nos braços de quem amamos o nosso refúgio e porto seguro, a nossa cura para todo e qualquer mal, a resposta para todas as dúvidas e aflições da vida.

Mas um relacionamento não vive apenas de primaveras. Os invernos também fazem parte do caminho. Mas, ainda assim, não há motivos para desanimar, pois após a geleira e a tormenta, sempre haverá a magnitude e majestade da estação mais bela dentre todas.

Infelizmente, há pessoas que não sabem disso, ou se sabem não aceitam como verdade, e acabam pondo fim ao seu relacionamento em decorrência de uma briga ou desentendimento, o que é uma bobagem, pois eventuais conflitos são inerentes a qualquer relação amorosa.

Toda história de duas pessoas que se amam tem altos e baixos. Assim, não se pode deixar tudo a perder em razão de pequenos atritos, que são acidentes que ocorrem ao longo do percurso, e, como tal, efêmeros e plenamente superáveis.

Não se pode abandonar todo um castelo por causa apenas de uma pequena rachadura na parede. Basta um pequeno reparo na sua estrutura para que tudo volte ao normal. A solidez de um castelo de sonhos não se perde em razão de pequenos abalos.

É compreensivo que no calor de uma discussão ou de uma decepção passe a ideia de terminar o relacionamento, de se afastar para não sofrer mais, não se machucar. Nessas horas, maldizemos a pessoa que amamos e ficamos cegos, pois deixamos que as lágrimas cubram os nossos olhos.

Mas, após a briga, devemos colocar a cabeça no travesseiro, enxugar as lágrimas e lembrar de tudo que já vivemos a dois. Os beijos, abraços, afagos, as noites de amor, as brincadeiras, as vezes que choramos juntos, que sorrimos juntos, que sofremos juntos, e cada pequeno pedaço da nossa história com aquela pessoa.

No momento em que tudo isso passa pela nossa mente, como se fosse um filme, reconhecemos que temos a nossa parcela de culpa, que realmente erramos, e então ligamos pedindo desculpas, reconhecendo que a discussão ocorrida é muito pequena diante da plenitude de nosso amor, do sentimento puro e verdadeiro dentro do nosso coração.

Ao invés de deixarmos ecoar em nossos ouvidos as palavras ditas com tom ríspido durante a discussão, devemos recordar das declarações de amor, das palavras bonitas, dos sussurros ao pé do ouvido, das cartas de amor, das músicas preferidas, dos jantares românticos, dos dias dos namorados, dos aniversários de namoro e de casamento, das viagens inesquecíveis, das noites de prazer, das horas loucas vividas a dois, da contagem das estrelas, das luas cheias e de todas as vezes que esquecemos do mundo durante um beijo.

Quando brigamos, somos levados a pensar que desperdiçamos anos de nossa vida com aquela pessoa, que perdemos tanto tempo com alguém que não merecia a nossa atenção. Mas, por outro lado, temos que considerar os anos de atenção que nos foi dedicado pela pessoa que amamos, a sua abnegação, entrega e desprendimento, e tantas provas de amor que recebemos ao longo dos anos.

Assim, se você está vivendo uma crise no seu relacionamento, se está brigado com quem você ama, não deixe que uma pequena rachadura na parede faça ruir todo o castelo construído em tanto tempo. Renuncie um pouco o seu orgulho e o seu ego, reconheça a sua parcela de culpa, e resgate o seu castelo de sonhos.   



Escrito por taniabigua às 08h53
[] [envie esta mensagem
] []





nada além do sangue de JESUS

Isto é meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados (Mateus 26.28)

O que o sangue de Jesus faz por nós?
Pelo sangue de Jesus temos a redenção.
O sangue de Jesus nos resgata da mão e do poder do diabo (Ef. 1.7; Hb. 9.12)
Pelo sangue de Jesus todos os nossos pecados são perdoados, se os confessamos. O sangue de Jesus nos limpa continuamente de todos os nossos pecados, isso se andamos na sua luz (1 João 1:7-9).
c) Pelo sangue de Jesus somos justificados. É como se nunca tivéssemos pecado. (2Co 5.21).
d) Pelo sangue de Jesus temos acesso – a qualquer hora – à presença de Deus, para recebermos misericórdia e socorro, especialmente em tempos de necessidade. (Hb 10:19-20.)



Escrito por taniabigua às 21h35
[] [envie esta mensagem
] []





EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E SABEDORIA I

 

Eu não queria ficar só de longe, sabendo das notícias vindas de São Paulo, onde mora minha sogra, Marilene, sem fazer nada. Um câncer no seio aos 74 anos abalou a todos: filhos, noras, genros e netos. Marilene parecia tão saudável e imune à morte. Seria o fim, era o que todos perguntavam. Os médicos deram pouco tempo de vida, por causa da metástase. A doença havia se alastrado pelo pescoço, axilas, pulmão, coluna e fígado.

O diagnóstico trouxe muita tristeza e fez com que todos, seus quatro filhos, noras, genro e netos se unissem e lançassem mão da única coisa que poderiam fazer: orar. Os parentes decidiram não dizer a ela sobre a gravidade da doença, afinal, ela estava otimista, esperando em Deus a cura.

Depois de passar pelos médicos minha sogra começou o tratamento quimioterápico. Sofreu os abalos dos fortes medicamentos. O Biguá e eu, daqui de São Luís, também sofríamos. Desejei viajar a São Paulo para ficar ao lado dela em um momento difícil e esperei no Senhor pela passagem. Um amigo foi usado por Deus e me proporcionou a viagem, sem nem aceitar meu agradecimento público, afinal, como ele mesmo disse, a passagem foi doada de coração.

Na sexta-feira, dia quatro, lá estava eu chegando a São Paulo. No caminho do aeroporto para o apartamento dela fui me preparando psicologicamente para enfrentar o encontro. Sabia que minha sogra havia perdido 15 quilos e todos os cabelos da cabeça haviam caído. Mas Deus é bom. Lá estava ela me recepcionando cheia da sua alegria e do seu doce otimismo, apesar do momento tão difícil que estava atravessando. Minha tristeza se transformou igualmente em otimismo e esses 16 dias passados com Marilene me fizeram ver a bondade e a misericórdia de Deus personificadas nela.

Conheço minha sogra faz 37 anos, quando passei a namorar seu filho mais velho, Biguá. Em todo esse tempo sempre a vi do mesmo jeito, alegre, bem disposta e serva incansável. Mesmo quando vinha a São Luís de férias, sempre procurava algo para fazer, principalmente na cozinha.

Sua vida não foi fácil, por isso viciou-se no trabalho. Nascida em Pernambuco, lutou com dificuldades desde que ficou órfã de pai e mãe ainda criança. Casou aos 13 anos de idade buscando alguém que pudesse tomar conta dela. Tinha que administrar a casa de sapé, do almoço e janta do marido. O trabalho aumentou com a chegada de dois filhos, Edivaldo Biguá e Edinalva, enquanto o marido trabalhava como sapateiro.

Em 1961 decidiram tentar a vida em São Paulo. O marido José Guilhermino sustentava a família como lixeiro. Depois vieram mais dois filhos, Edinaldo e Edna. Mesmo a vida melhorando para a família, vieram os problemas que atacam as famílias de cidade grande. Guilhermino ganhou um emprego melhor, como guarda da Prefeitura de São Caetano. Tornou-se alcoólatra e adúltero.

Apesar de todas as dificuldades minha sogra nunca esbravejou. Sofria, chorando calada, trancada no quarto. Sabia ser humilhada e não reclamava pelos seus direitos de esposa. Aguardava com paciência no Senhor.

Analfabeta, queria ajudar nas despesas de casa. Mas como conseguir trabalho sem estudo? Um dia se ajoelhou e pediu a Deus um emprego que não solicitassem sua escolaridade. E assim aconteceu. Foi trabalhar de faxineira em um banco e depois conseguiu vaga num hospital, de onde saiu aposentada.

Mesmo com essas bênçãos, sofria com o marido. Nos anos que se passaram viu a conseqüência de tantos exageros. O marido dela, meu sogro Guilhermino, sofreu um gravíssimo AVC, Acidente Vascular Cerebral aos 50 anos de idade. Entrou em coma, teve o lado direito paralisado, não falava. E quando muitos achavam que era a hora de dar o troco, ela mais uma vez surpreendeu. Passou a cuidar do marido com uma dedicação ainda maior, sem buscar seus próprios interesses.

Nos anos que se seguiram a vida dela se dividiu entre trabalhar como faxineira, pensando tanto no salário que ajudava nas despesas como na aposentadoria. Quando chegava em casa continuava trabalhando, cuidando da casa, dos filhos e do marido enfermo.

Nunca sentiu necessidade de ler, por mais que todos incentivassem. Cuidou muito bem do marido por 15 anos e até os remédios dele eram dados no horário sem problemas, o que causava surpresa em todos, inclusive nos médicos que se admiravam com tamanha eficiência. Meu sogro voltou a ter uma vida normal, apesar das seqüelas do AVC.

Os problemas que enfrentou em toda sua vida, e foram muitos, sempre foram administrados de forma sábia. Aliás, sabedoria é a palavra que identifica minha sogra, o que também nos leva a entender que sabedoria não tem relação com as letras ou com o estudo, mas com o coração e com a relação de intimidade com o Senhor.



Escrito por taniabigua às 13h20
[] [envie esta mensagem
] []





EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E SABEDORIA II

Sabedoria é “uma combinação de conhecimento e experiência, com a habilidade de processar todas as informações, de modo a alcançar a realização do maior bem possível, em favor de todos os envolvidos”.

Onde adquirir sabedoria? Ela não acompanha automaticamente o diploma de uma universidade de prestígio. Não se pode comprá-la no setor de "administração" da nossa livraria preferida. Não pode ser obtida simplesmente com a leitura diária de muitos livros, ou jornais.

Na bíblia, o livro de provérbios dedica grande parte de sua atenção à sabedoria - como obtê-la e de que modo usá-la.

Mas como é que um homem se torna sábio? Em primeiro lugar, respeitando e obedecendo ao Senhor. Somente os tolos se recusam a ser ensinados e desprezam a sabedoria (Provérbios 1:7).

Meu sogro morreu faz quase dois anos. E quando parecia que iria esmorecer depois dessa perda, Marilene deu a volta por cima. Sonhava viajar, principalmente para São Luís, rever o filho, o neto e o bisneto maranhense. Só que a notícia do câncer chegou como uma punhalada: doeu, abalou e levou às lágrimas. Muitos chegaram a dizer: ela não merecia. Mas quem somos nós para questionar os desígnios de Deus?

Agora é fazer como minha sogra ensinou com sua vida: aguardar em Deus, o único capaz de realizar milagres segundo sua vontade, sem se desesperar, sem reclamar, nem blasfemar, afinal, sabemos em quem temos crido e sabemos que Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre, amém (Efésios 3: 20,21).

Nunca duvide disso! Deus vê nossa aflição e atende nosso clamor. É nosso Pai e cuida de nós para todo sempre.

É necessário que aprendamos através da Palavra a ser cristãos. Aqui na terra temos muitos modelos de homens de Deus que nos inspiram. O pregador George Muller, por exemplo, em resposta a muitos que queriam saber como o cristão pode adquirir uma grande fé que viam nele e na obra que realizava, deu as seguintes regras:
1) “Lendo a Bíblia e meditando sobre o texto lido, chega-se a conhecer a Deus, por meio da oração”.

2) “Procurar manter um coração íntegro e uma boa consciência”.

3) Se desejamos que nossa fé cresça, não devemos evitar aquilo que a prove e por meio do que ela seja fortalecida”.
“Ainda mais um ponto: para que a nossa fé se fortaleça, é necessário que deixemos Deus agir por nós ao chegar a hora da provação, e não procurar a nossa própria libertação”.

Com o pregador George Muller aprendemos muitas outras coisas. Por exemplo, como ele começava o seu dia:

"O maior e principal assunto com que devia se ocupar todos os dias era ter a alma feliz no Senhor. A primeira coisa com que deveria se preocupar não era o quanto poderia servir ao Senhor, ou como glorificar ao Senhor, mas como levar a alma a um estado de felicidade, e como poderia alimentar seu homem interior. Assim colocaria a verdade diante dos não convertidos, procurando proporcionar benefícios aos crentes, trazendo alívio aos desanimados, se comportando como convém a um filho de Deus.

George Muller via que a coisa mais importante que tinha a fazer em sua vida era dedicar-se à leitura da Palavra de Deus e meditar na Palavra, para ter um coração confortado, encorajado, advertido, acusado, instruído. E que, assim, enquanto meditava, seu coração fosse trazido à experiência da comunhão com o Senhor. Por isso começou a meditar no Novo Testamento, desde o princípio, de manhã cedo.

A primeira coisa que fazia, depois de pedir com poucas palavras a benção do Senhor sobre sua preciosa Palavra, era meditar na Palavra de Deus, investigando, por assim dizer, cada versículo para extrair bênçãos dele; não tendo em vista o ministério público da Palavra, nem com o propósito de pregar sobre o que tinha meditado, mas a fim de obter alimento para a própria alma.

George Muller descobriu que o resultado quase invariavelmente é que, depois de uns poucos minutos, sua alma é levada a confessar, ou agradecer, ou interceder, ou suplicar; de modo que, apesar de não se dedicar à oração diretamente, mas à meditação, a alma se transformava quase imediatamente mais ou menos em oração.

Depois de ficar assim por algum tempo fazendo confissão, ou intercessão, ou súplica, ou dando graças, George Muller passava para as próximas palavras ou versículo seguinte, transformando tudo, à medida que continuava, em oração por si ou por outros, do modo que a Palavra conduzia.

Sempre mantendo em vista que alimentar a própria alma é o objetivo da meditação. Pela benção de Deus ele atribuía a essa prática a ajuda e força que recebia de Deus para passar com paz por dificuldades de vários tipos, maiores do que jamais teve antes; e, depois de ter experimentado este carinho por mais de quarenta anos, podia recomendar aos cristãos viver plenamente, no temor de Deus.

Que diferença quando a alma é animada e alegrada de manhã cedo, se preparando espiritualmente para o trabalho, para as dificuldades e tentações do dia, quando nos sobrevêm!

Que aprendamos a manter a alma assim, em comunhão com o Senhor, de modo a esperar com paciência Seus desígnios e Sua vinda.

Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” (Atos 21:13)

“Porque eu estou bem certo de que nem a morte... poderá separar-nos do amor de Deus” (Romanos 8:38)

“regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (Romanos 12:12)

“E o Deus da esperança vos encha de todo gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (Romanos 15:13)



Escrito por taniabigua às 13h19
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]