ELEGÂNCIA
(DESCONHEÇO O AUTOR)
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detecta-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. Oferecer flores é sempre elegante. É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso... É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição. Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo. É elegante a gentileza... Atitudes gentis, falam mais que mil imagens. Abrir a porta para alguém... é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante. Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma... Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação, Mas tentar imita-la é improdutiva. A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.
Escrito por taniabigua às 00h20
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Dependentes da Graça de Deus
Em certa ocasião, Jesus aproximou-se dos discípulos onde eles estavam no meio de uma multidão e os escribas a discutirem com eles. Jesus então perguntou o que estava acontecendo e um dos homens no meio daquela multidão reclamou porque havia trazido o seu filho possesso de um espírito mudo que o maltratava muito e os discípulos não tinham conseguido libertá-lo. Ao trazer o menino para apresentar a Jesus, aquele homem desesperado falou: “Se Tu podes alguma coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós!”. E Jesus disse àquele homem: “Tudo é possível ao que crê.”. Imediatamente exclamou o pai do menino: “Eu creio, mas vem em socorro à minha falta de fé.” Esse episódio, narrado por Marcos (Mc 9.14-29), é cheio de ensinamentos e um deles nos chama muito à atenção. A reação do pai daquele menino, que há muito tempo vinha sofrendo com os ataques que ele sofria. O sofrimento era muito grande, muitas foram as tentativas de libertação daquele menino, todas sem sucesso. A última esperança daquele homem estava depositada nos discípulos de Jesus, que também acabaram por decepcioná-lo. Poderíamos até dizer que aquele homem já estava sem esperança. Mas Jesus chega e pergunta desde quando aquele menino está sofrendo com aquele mal e a esperança daquele homem se renova. Mesmo assim, uma esperança meio desconfiada, talvez com medo de mais uma decepção, porque o sofrimento vinha desde a infância do filho. E naquela esperança meio desconfiada, aquele homem disse para Jesus: “Se Tu podes alguma coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós!”. Veja que ele falou no condicional, como se não acreditasse muito. Porém, mesmo não acreditando muito, naquele momento ele depositou toda a sua confiança em Jesus e pediu ajuda. “Ajuda-nos, compadece-te de nós.”. E Jesus respondeu: “Tudo é possível ao que crê.” E aquele homem não perdeu tempo. Imediatamente exclamou o pai do menino: “Creio! Mas vem em socorro à minha falta de fé.”. Uma oração simples, mas verdadeira, essencial. Aquele homem estava sem forças diante de tanto sofrimento, sentia que já estava fraquejando na fé e não perdeu tempo: Senhor, vem em socorro à minha falta de fé. Esta deve ser a nossa atitude diante do sofrimento. Reconhecer a nossa miséria e a nossa dependência de Deus e correr para os seus braços. Não há outro a quem recorrer. Muitas vezes na hora do sofrimento vem o desespero e acabamos nos afastando cada vez mais de Deus. Na busca de soluções imediatas, fugimos daquele que verdadeiramente pode resolver nossos problemas e nos lançamos por caminhos que só nos trarão mais problemas e sofrimentos. Nós precisamos entender que Jesus está conosco o tempo todo. Precisamos ter a coragem do pai daquele menino que, mesmo sofrendo tanto, mesmo até desconfiando do poder de Jesus, não hesitou em pedir socorro. Eu creio, Senhor, mas vem em socorro à minha falta de fé. Precisamos reconhecer que somos dependentes da Graça de Deus e que sem ela não adianta qualquer outra tentativa de solução para qualquer problema. A solução está em Jesus, que disse naquele tempo e repete hoje para cada um de nós: “Tudo é possível ao que crê.”. Se não cremos, olhemos para o alto e digamos com humildade e convicção: Senhor, eu creio, mas aumentai a minha fé. http://amigosdejesus.com.br/
Escrito por taniabigua às 11h38
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Oração e disciplina
(Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil) Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos - Colossenses 4.2. • Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus. Então aqueles homens foram investigar e encontraram Daniel orando, pedindo ajuda a Deus. (Daniel 6.10-11) • De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando. (Marcos 1.35) • Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração (Jeremias 29.12-13). a. Jesus nos ensina a orar sempre, sem desanimar (Lucas 18.1), como Ele mesmo fazia. Antes de andar sobre o mar, Jesus orou uma noite inteira (Mateus 14.23). Antes de estar pronto para o Calvário, Jesus orou uma noite inteira (Mateus 26). Antes de chamar seus discípulos, Jesus orou uma noite inteira (Lucas 6.12). b. Não ore apenas quando precisa pedir algo. Ore pelo desejo de comunhão com Deus. Ore porque ama a Deus.
c. Já sabemos tudo o que precisamos sobre o valor da oração. Por isto, oramos. (Por que?) Aleluia. Já sabemos tudo o que precisamos sobre o valor da oração. Apesar disto, oramos pouco ou muito pouco. (Por que?) Perdão, Senhor.
d. Uma vida marcada pela oração é uma vida de renúncia ao poder esperado da oração e ao prazer que não venha da companhia de Deus. A renúncia nasce na decisão, desenvolve-se na perseverança, cresce na disciplina (fazer o que, por vezes, não queremos, para alcançar o que precisamos).
e. Disciplina na oração tem a ver com disciplina na vida. Ninguém vence na vida sem disciplina. Ninguém vence na vida de oração sem disciplina.
f. Disciplina na oração tem a ver com prazer. Se oramos pouco, é porque não temos prazer em orar. Se temos prazer nela, buscamos nos disciplinar para orar mais.
g. Sem disciplina, não oramos. Sem oração, começamos nossa vida na dependência de Deus e podemos terminá-la na dependência de nós mesmos.
h. Não dá para pôr sem tirar. Não dá para pôr o nosso coração diante de Deus sem tirar parte do nosso tempo e do nosso prazer de outras atividades que nos comprimem. Em oração, menos é mais. Menos televisão, por exemplo, é mais oração. Menos sono, por exemplo, é mais oração. Menos isto é mais oração. Menos aquilo é mais oração.
i. O reavivamento espiritual começa na intensidade, mas se desenvolve na regularidade. A intensidade na oração produz projetos, mas é a regularidade que permite realizá-los. A intensidade nos extasia, mas a regularidade nos amadurece.
j. Teremos tempo para orar, quando soubermos, na prática, quem é o Dono do nosso tempo. Se o nosso tempo também estiver no altar, viveremos no altar.
l. Escolhemos um estilo de vida e depois o condenamos, como se não o tivéssemos escolhido.
m. A rotina, quando ainda não é rotina, é sacrifício. A rotina, quando se torna uma rotina, é liberdade. A rotina, quando fica vazia, é aridez. A rotina, quando cínica, nos torna frívolos. A rotina não é para matar. É para permitir mais vida.
n. A rotina corta o caminho do retrabalho. Há muito tempo desperdiçado (logo irrecuperável) no retrabalho, que consiste em refazer o que foi deixado pela metade (uma meia deixada no chão, uma leitura inacabada, um compromisso deixado de lado, uma intercessão não encaminhada).
o. Disciplina tem a ver com hábitos. Precisamos investir na sua formação. Há, portanto, passos para serem dados por quem deseja ser uma pessoa de oração:
1. Responda, com honestidade, para você mesmo, à seguinte pergunta: "quero mesmo ser uma pessoa de oração?" 2. Deseje ser uma pessoa de oração, na quantidade (no tempo) e na qualidade (no conteúdo: magnificação, gratidão, confissão, atenção), em função do prazer que dá conhecer mais e melhor a Deus, não em função do que Ele pode dar. 3. Reconheça a sua dificuldade em consagrar tempo para a oração e peça a Deus para lhe moldar nesta área, básica para as demais. Conheça a você mesmo. Conheça seu corpo (para ver qual o melhor horário e qual a melhor posição para orar). Conheça sua mente (para ver o que lhe concentra ou dispersa). Leia livros sobre oração (como, entre muitos outros: 1. "Celebração da disciplina" e 2. "Oração: o refúgio da alma", ambos de Richard Foster; 3. "O caminho do coração", de Ricardo Barbosa de Souza: 4. "Se meu povo orar", de Israel Belo de Azevedo; 5. "Conversa da alma", de Larry Crabb). 4. Elabore uma lista do que você pode deixar de fazer para ter mais tempo para o que realmente importa. 5. Faça uma agenda diária, que pode soar no início como uma auto-violência. 6. Firme um compromisso, que seja mensurável. (É vago dizer: "vou orar mais". É preciso dizer: "vou orar todos os dias TANTOS minutos por dia".) 7. Comece com pouco. (Não queira pular de 5 minutos para 90 minutos diários.) Quem começa com pouco sabe onde está. Estabeleça metas claras, difíceis mas alcançáveis. 8. Crie mecanismos facilitadores à prática da oração (compromissos com duplas/trios/grupos de oração; compromissos por escrito; compromissos públicos; horários possíveis, espaços convidativos, agendas; diários; oração em voz alta, para dispersar a dispersão). 9. Procure tornar a hora da oração em algo agradável (como a criação de um ambiente propício, posição confortável do corpo, audição de músicas de preparação, leitura intercalada de trechos da Bíblia). 10. Avalie a sua caminhada. Agradeça o que já alcançou, mesmo que tímido. Recomece, se for necessário, tantas vezes forem necessárias. 11. Ore com a Bíblia, tendo em mente homens e mulheres de oração da história do povo de Deus. Ore a Bíblia, lendo/repetindo/memorizando textos que nos ensinam a saborear a presença de Deus..
p. Deseje orar. Deseje ser alguém cujo desejo seja modelado pela oração, cujo pensamento seja nutrido pela oração, cujos atitudes sejam mediadas pela oração, em voz alta, em voz baixa, em voz alta e voz baixa, sem voz alguma. Marque na Sua Bíblia, como esses textos:
1. "Antes de terminar de orar em meu coração, surgiu Rebeca, com o cântaro ao ombro. Dirigiu-se à fonte e tirou água, e eu [Eliezer] lhe disse: `Por favor, dê-me de beber'" (Gênesis 24.45)
2. "De manhã ouves, Senhor, o meu clamor; de manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança. Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar" (Salmo 5.3-4).
3. "Conceda-me o Senhor o seu fiel amor de dia; de noite esteja comigo a sua canção. É a minha oração ao Deus que me dá vida" (Salmo 42.8).
4. "Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração; responde-me, por teu grande amor, o Deus, com a tua salvação infalível!" (Salmo 69.13).
5. "Seja a minha oração como incenso diante de ti, e o levantar das minhas mãos, como a oferta da tarde" (Salmo 141.2).
6. "E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21.22).
7. "Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração" (Romanos 12.12).
8. "Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos" (Efésios 6.18).
9. "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus" (Filipenses 4.6-7).
10. "E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos. Então o anjo pegou o incensário, encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto" (Apocalipse 8.4-5).
Escrito por taniabigua às 16h57
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PROTEÇÃO DIVINA
“Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los.” Salmo 21:11 Existe uma relação estreita entre os Salmos 20 e 21. No primeiro, o povo de Deus clama por auxílio diante dos inimigos. No seguinte, o povo canta e agradece a Deus a vitória concedida. Você e eu, com certeza, já suplicamos o auxílio divino. Onde mais podemos ir quando sentimos que os recursos humanos falham? O que podemos fazer quando já não temos mais forças para lutar e os problemas da vida parecem devorar-nos? A grande pergunta a que precisamos responder hoje é: E depois? Quando o perigo passou e o Senhor concede-nos a vitória desejada, quanto tempo paramos para agradecer a Deus? No Salmo 21, David agradece a Deus, não só as vitórias que já foram alcançadas, mas as vitórias que ainda não foram concedidas. Esta é a lição de hoje. A gratidão pelas bênçãos do passado não é apenas um ato de louvor e reconhecimento, mas também um fator imprescindível de esperança. Só sentiremos medo em relação ao futuro, se nos esquecermos dos grandes feitos de Deus no passado. Pequenos grandes feitos. Grandes pequenos feitos. Coisas simples, como o fato de ter nascido, de estar vivo, de ter uma família, de poder andar. A ingratidão é destrutiva. Aniquila em si a capacidade de olhar para o futuro, e faz a pessoa viver em constante temor. O Salmista afirma: “Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas.” Urdir é tramar, maquinar. É o que a aranha faz quando prepara a teia para prender a vítima. Fio a fio, dissimulada e lentamente, vai preparando a armadilha mortal. Alguém está a fazer isso contigo no trabalho, na escola ou na vizinhança? Não temas. Olha para o passado, vê como Deus te livrou tantas vezes. Lembra-te de como cada dia em que, sem se aperceber, a mão poderosa de Deus te livrou de tantos perigos. Sê grato s Deus e não temas. Hoje, sai com esperança e volta com a certeza de que estás protegido pelas mãos d’Aquele que sempre cuidou de ti. E “se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los.” ALEJANDRO BULLÓN
Escrito por taniabigua às 21h20
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relacionamento a dois
O resgate do castelo de sonhos Alex Murad Advogado E-mail: alexmurad@uol.com.br Relacionamentos são feitos para dar certo. Ninguém quer ser infeliz numa relação a dois. Não há sentido em dividir a vida com outra pessoa sem que isso traga felicidade. Devemos encontrar nos braços de quem amamos o nosso refúgio e porto seguro, a nossa cura para todo e qualquer mal, a resposta para todas as dúvidas e aflições da vida. Mas um relacionamento não vive apenas de primaveras. Os invernos também fazem parte do caminho. Mas, ainda assim, não há motivos para desanimar, pois após a geleira e a tormenta, sempre haverá a magnitude e majestade da estação mais bela dentre todas. Infelizmente, há pessoas que não sabem disso, ou se sabem não aceitam como verdade, e acabam pondo fim ao seu relacionamento em decorrência de uma briga ou desentendimento, o que é uma bobagem, pois eventuais conflitos são inerentes a qualquer relação amorosa. Toda história de duas pessoas que se amam tem altos e baixos. Assim, não se pode deixar tudo a perder em razão de pequenos atritos, que são acidentes que ocorrem ao longo do percurso, e, como tal, efêmeros e plenamente superáveis. Não se pode abandonar todo um castelo por causa apenas de uma pequena rachadura na parede. Basta um pequeno reparo na sua estrutura para que tudo volte ao normal. A solidez de um castelo de sonhos não se perde em razão de pequenos abalos. É compreensivo que no calor de uma discussão ou de uma decepção passe a ideia de terminar o relacionamento, de se afastar para não sofrer mais, não se machucar. Nessas horas, maldizemos a pessoa que amamos e ficamos cegos, pois deixamos que as lágrimas cubram os nossos olhos. Mas, após a briga, devemos colocar a cabeça no travesseiro, enxugar as lágrimas e lembrar de tudo que já vivemos a dois. Os beijos, abraços, afagos, as noites de amor, as brincadeiras, as vezes que choramos juntos, que sorrimos juntos, que sofremos juntos, e cada pequeno pedaço da nossa história com aquela pessoa. No momento em que tudo isso passa pela nossa mente, como se fosse um filme, reconhecemos que temos a nossa parcela de culpa, que realmente erramos, e então ligamos pedindo desculpas, reconhecendo que a discussão ocorrida é muito pequena diante da plenitude de nosso amor, do sentimento puro e verdadeiro dentro do nosso coração. Ao invés de deixarmos ecoar em nossos ouvidos as palavras ditas com tom ríspido durante a discussão, devemos recordar das declarações de amor, das palavras bonitas, dos sussurros ao pé do ouvido, das cartas de amor, das músicas preferidas, dos jantares românticos, dos dias dos namorados, dos aniversários de namoro e de casamento, das viagens inesquecíveis, das noites de prazer, das horas loucas vividas a dois, da contagem das estrelas, das luas cheias e de todas as vezes que esquecemos do mundo durante um beijo. Quando brigamos, somos levados a pensar que desperdiçamos anos de nossa vida com aquela pessoa, que perdemos tanto tempo com alguém que não merecia a nossa atenção. Mas, por outro lado, temos que considerar os anos de atenção que nos foi dedicado pela pessoa que amamos, a sua abnegação, entrega e desprendimento, e tantas provas de amor que recebemos ao longo dos anos. Assim, se você está vivendo uma crise no seu relacionamento, se está brigado com quem você ama, não deixe que uma pequena rachadura na parede faça ruir todo o castelo construído em tanto tempo. Renuncie um pouco o seu orgulho e o seu ego, reconheça a sua parcela de culpa, e resgate o seu castelo de sonhos.
Escrito por taniabigua às 08h53
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nada além do sangue de JESUS
Isto é meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados (Mateus 26.28) O que o sangue de Jesus faz por nós? Pelo sangue de Jesus temos a redenção. O sangue de Jesus nos resgata da mão e do poder do diabo (Ef. 1.7; Hb. 9.12) Pelo sangue de Jesus todos os nossos pecados são perdoados, se os confessamos. O sangue de Jesus nos limpa continuamente de todos os nossos pecados, isso se andamos na sua luz (1 João 1:7-9). c) Pelo sangue de Jesus somos justificados. É como se nunca tivéssemos pecado. (2Co 5.21). d) Pelo sangue de Jesus temos acesso – a qualquer hora – à presença de Deus, para recebermos misericórdia e socorro, especialmente em tempos de necessidade. (Hb 10:19-20.)
Escrito por taniabigua às 21h35
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EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E SABEDORIA I
Eu não queria ficar só de longe, sabendo das notícias vindas de São Paulo, onde mora minha sogra, Marilene, sem fazer nada. Um câncer no seio aos 74 anos abalou a todos: filhos, noras, genros e netos. Marilene parecia tão saudável e imune à morte. Seria o fim, era o que todos perguntavam. Os médicos deram pouco tempo de vida, por causa da metástase. A doença havia se alastrado pelo pescoço, axilas, pulmão, coluna e fígado. O diagnóstico trouxe muita tristeza e fez com que todos, seus quatro filhos, noras, genro e netos se unissem e lançassem mão da única coisa que poderiam fazer: orar. Os parentes decidiram não dizer a ela sobre a gravidade da doença, afinal, ela estava otimista, esperando em Deus a cura. Depois de passar pelos médicos minha sogra começou o tratamento quimioterápico. Sofreu os abalos dos fortes medicamentos. O Biguá e eu, daqui de São Luís, também sofríamos. Desejei viajar a São Paulo para ficar ao lado dela em um momento difícil e esperei no Senhor pela passagem. Um amigo foi usado por Deus e me proporcionou a viagem, sem nem aceitar meu agradecimento público, afinal, como ele mesmo disse, a passagem foi doada de coração. Na sexta-feira, dia quatro, lá estava eu chegando a São Paulo. No caminho do aeroporto para o apartamento dela fui me preparando psicologicamente para enfrentar o encontro. Sabia que minha sogra havia perdido 15 quilos e todos os cabelos da cabeça haviam caído. Mas Deus é bom. Lá estava ela me recepcionando cheia da sua alegria e do seu doce otimismo, apesar do momento tão difícil que estava atravessando. Minha tristeza se transformou igualmente em otimismo e esses 16 dias passados com Marilene me fizeram ver a bondade e a misericórdia de Deus personificadas nela. Conheço minha sogra faz 37 anos, quando passei a namorar seu filho mais velho, Biguá. Em todo esse tempo sempre a vi do mesmo jeito, alegre, bem disposta e serva incansável. Mesmo quando vinha a São Luís de férias, sempre procurava algo para fazer, principalmente na cozinha. Sua vida não foi fácil, por isso viciou-se no trabalho. Nascida em Pernambuco, lutou com dificuldades desde que ficou órfã de pai e mãe ainda criança. Casou aos 13 anos de idade buscando alguém que pudesse tomar conta dela. Tinha que administrar a casa de sapé, do almoço e janta do marido. O trabalho aumentou com a chegada de dois filhos, Edivaldo Biguá e Edinalva, enquanto o marido trabalhava como sapateiro. Em 1961 decidiram tentar a vida em São Paulo. O marido José Guilhermino sustentava a família como lixeiro. Depois vieram mais dois filhos, Edinaldo e Edna. Mesmo a vida melhorando para a família, vieram os problemas que atacam as famílias de cidade grande. Guilhermino ganhou um emprego melhor, como guarda da Prefeitura de São Caetano. Tornou-se alcoólatra e adúltero. Apesar de todas as dificuldades minha sogra nunca esbravejou. Sofria, chorando calada, trancada no quarto. Sabia ser humilhada e não reclamava pelos seus direitos de esposa. Aguardava com paciência no Senhor. Analfabeta, queria ajudar nas despesas de casa. Mas como conseguir trabalho sem estudo? Um dia se ajoelhou e pediu a Deus um emprego que não solicitassem sua escolaridade. E assim aconteceu. Foi trabalhar de faxineira em um banco e depois conseguiu vaga num hospital, de onde saiu aposentada. Mesmo com essas bênçãos, sofria com o marido. Nos anos que se passaram viu a conseqüência de tantos exageros. O marido dela, meu sogro Guilhermino, sofreu um gravíssimo AVC, Acidente Vascular Cerebral aos 50 anos de idade. Entrou em coma, teve o lado direito paralisado, não falava. E quando muitos achavam que era a hora de dar o troco, ela mais uma vez surpreendeu. Passou a cuidar do marido com uma dedicação ainda maior, sem buscar seus próprios interesses. Nos anos que se seguiram a vida dela se dividiu entre trabalhar como faxineira, pensando tanto no salário que ajudava nas despesas como na aposentadoria. Quando chegava em casa continuava trabalhando, cuidando da casa, dos filhos e do marido enfermo. Nunca sentiu necessidade de ler, por mais que todos incentivassem. Cuidou muito bem do marido por 15 anos e até os remédios dele eram dados no horário sem problemas, o que causava surpresa em todos, inclusive nos médicos que se admiravam com tamanha eficiência. Meu sogro voltou a ter uma vida normal, apesar das seqüelas do AVC. Os problemas que enfrentou em toda sua vida, e foram muitos, sempre foram administrados de forma sábia. Aliás, sabedoria é a palavra que identifica minha sogra, o que também nos leva a entender que sabedoria não tem relação com as letras ou com o estudo, mas com o coração e com a relação de intimidade com o Senhor.
Escrito por taniabigua às 13h20
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EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E SABEDORIA II
Sabedoria é “uma combinação de conhecimento e experiência, com a habilidade de processar todas as informações, de modo a alcançar a realização do maior bem possível, em favor de todos os envolvidos”. Onde adquirir sabedoria? Ela não acompanha automaticamente o diploma de uma universidade de prestígio. Não se pode comprá-la no setor de "administração" da nossa livraria preferida. Não pode ser obtida simplesmente com a leitura diária de muitos livros, ou jornais. Na bíblia, o livro de provérbios dedica grande parte de sua atenção à sabedoria - como obtê-la e de que modo usá-la. Mas como é que um homem se torna sábio? Em primeiro lugar, respeitando e obedecendo ao Senhor. Somente os tolos se recusam a ser ensinados e desprezam a sabedoria (Provérbios 1:7). Meu sogro morreu faz quase dois anos. E quando parecia que iria esmorecer depois dessa perda, Marilene deu a volta por cima. Sonhava viajar, principalmente para São Luís, rever o filho, o neto e o bisneto maranhense. Só que a notícia do câncer chegou como uma punhalada: doeu, abalou e levou às lágrimas. Muitos chegaram a dizer: ela não merecia. Mas quem somos nós para questionar os desígnios de Deus? Agora é fazer como minha sogra ensinou com sua vida: aguardar em Deus, o único capaz de realizar milagres segundo sua vontade, sem se desesperar, sem reclamar, nem blasfemar, afinal, sabemos em quem temos crido e sabemos que Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre, amém (Efésios 3: 20,21). Nunca duvide disso! Deus vê nossa aflição e atende nosso clamor. É nosso Pai e cuida de nós para todo sempre. É necessário que aprendamos através da Palavra a ser cristãos. Aqui na terra temos muitos modelos de homens de Deus que nos inspiram. O pregador George Muller, por exemplo, em resposta a muitos que queriam saber como o cristão pode adquirir uma grande fé que viam nele e na obra que realizava, deu as seguintes regras: 1) “Lendo a Bíblia e meditando sobre o texto lido, chega-se a conhecer a Deus, por meio da oração”. 2) “Procurar manter um coração íntegro e uma boa consciência”. 3) Se desejamos que nossa fé cresça, não devemos evitar aquilo que a prove e por meio do que ela seja fortalecida”. “Ainda mais um ponto: para que a nossa fé se fortaleça, é necessário que deixemos Deus agir por nós ao chegar a hora da provação, e não procurar a nossa própria libertação”. Com o pregador George Muller aprendemos muitas outras coisas. Por exemplo, como ele começava o seu dia: "O maior e principal assunto com que devia se ocupar todos os dias era ter a alma feliz no Senhor. A primeira coisa com que deveria se preocupar não era o quanto poderia servir ao Senhor, ou como glorificar ao Senhor, mas como levar a alma a um estado de felicidade, e como poderia alimentar seu homem interior. Assim colocaria a verdade diante dos não convertidos, procurando proporcionar benefícios aos crentes, trazendo alívio aos desanimados, se comportando como convém a um filho de Deus. George Muller via que a coisa mais importante que tinha a fazer em sua vida era dedicar-se à leitura da Palavra de Deus e meditar na Palavra, para ter um coração confortado, encorajado, advertido, acusado, instruído. E que, assim, enquanto meditava, seu coração fosse trazido à experiência da comunhão com o Senhor. Por isso começou a meditar no Novo Testamento, desde o princípio, de manhã cedo. A primeira coisa que fazia, depois de pedir com poucas palavras a benção do Senhor sobre sua preciosa Palavra, era meditar na Palavra de Deus, investigando, por assim dizer, cada versículo para extrair bênçãos dele; não tendo em vista o ministério público da Palavra, nem com o propósito de pregar sobre o que tinha meditado, mas a fim de obter alimento para a própria alma. George Muller descobriu que o resultado quase invariavelmente é que, depois de uns poucos minutos, sua alma é levada a confessar, ou agradecer, ou interceder, ou suplicar; de modo que, apesar de não se dedicar à oração diretamente, mas à meditação, a alma se transformava quase imediatamente mais ou menos em oração. Depois de ficar assim por algum tempo fazendo confissão, ou intercessão, ou súplica, ou dando graças, George Muller passava para as próximas palavras ou versículo seguinte, transformando tudo, à medida que continuava, em oração por si ou por outros, do modo que a Palavra conduzia. Sempre mantendo em vista que alimentar a própria alma é o objetivo da meditação. Pela benção de Deus ele atribuía a essa prática a ajuda e força que recebia de Deus para passar com paz por dificuldades de vários tipos, maiores do que jamais teve antes; e, depois de ter experimentado este carinho por mais de quarenta anos, podia recomendar aos cristãos viver plenamente, no temor de Deus. Que diferença quando a alma é animada e alegrada de manhã cedo, se preparando espiritualmente para o trabalho, para as dificuldades e tentações do dia, quando nos sobrevêm! Que aprendamos a manter a alma assim, em comunhão com o Senhor, de modo a esperar com paciência Seus desígnios e Sua vinda. “Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” (Atos 21:13) “Porque eu estou bem certo de que nem a morte... poderá separar-nos do amor de Deus” (Romanos 8:38) “regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (Romanos 12:12) “E o Deus da esperança vos encha de todo gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (Romanos 15:13)
Escrito por taniabigua às 13h19
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Deus apaga e esquece nosso passado podre
Havia um pequeno menino, chamado Johnny, que visitava os avós na fazenda. Ele ganhou um estilingue, que nós, maranhenses chamamos de baladeira. O menino ficou praticando atirar pedras com a baladeira, mas nunca conseguiu acertar nenhum alvo. Ficou um pouco desanimado e voltou para o jantar. No caminho viu o pato de estimação da avó. Em um impulso, o menino pegou a baladeira e atirou na cabeça do pato e o pato morreu. Chocado e triste, o menino entrou em pânico, e decidiu esconder o pato morto na pilha de madeira! Sally, a irmã do menino, viu tudo, mas ficou calada. No dia seguinte, após o almoço, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça". Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha ". Em seguida, ela sussurrou no ouvido do menino: Lembra do pato? Assim, com medo que a irmã contasse para a avó alguma coisa sobre a morte do pato, Johnny aceitou a chantagem da irmã e lavou os pratos. Mais tarde, naquele mesmo dia, o avô perguntou se as crianças queriam ir pescar e a avó disse: "Me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar." Sally apenas sorriu e retrucou: "está tudo certo, eu vou pescar com o vovô, porque Johnny me disse que queria ajudar em meu lugar". E novamente a irmã sussurrou no ouvido de Johnny: "Lembra do pato?" Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar. Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele não aguentava mais. Aproveitou a oportunidade e confessou a avó que tinha matado o pato. A avó se abaixou e ajoelhada diante do neto, deu-lhe um abraço e disse que sabia que ele tinha matado o pato, mas porque amava o neto, perdoou o que ele tinha feito. Ela, a avó, só ficava se perguntando quanto tempo Johnny iria deixar Sally torná-lo um escravo." Por medo que outros saibam, muitas pessoas são levadas a mentir e enganar . Qualquer que seja o nosso passado, o que quer que tenhamos feito, o diabo quer nos acusar e assim nos manter escravizados. Seja o que for que tenhamos feito, precisamos ter a certeza que Deus nos sonda e nos conhece e sabe tudo de nós. Quando reconhecemos nossos erros e pedimos perdão, é Deus quem nos liberta dizendo que nos ama e já nos perdoou e por isso não pesa sobre nós nenhuma condenação (Rm 8.1).
O diabo conhece nosso passado e sempre vem nos acusar para nos fazer um escravo dele. Deus também conhece toda a nossa vida. Ele quer que tenhamos a certeza do seu maravilhoso amor por nós e que nossos erros, quando confessados, são perdoados. Quando pedimos perdão, Deus não só perdoa, mas também se esquece dos nossos pecados. No Salmo 103:1-3 está escrito: Bendize, ó minha alma, ao SENHOR. Ele é o que perdoa todas as tuas iniqüidades”.
Escrito por taniabigua às 10h58
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Pr Torres e Marlene
No domingo, dia 09 de janeiro de 2011, eles completaram 18 anos de casados. Uma data especial para o Pastor Torres e Marlene, que se encontraram de uma forma muito especial. Ele era viúvo. Por 24 anos e meio esteve casado com Gilvanete, professora do colégio batista, talentosa esposa de pastor, que tocava, regia, e também ensinava na Escola Bíblica Dominical. Deus havia dado ao casal três filhos: Terciano, Diógenes e Keila. Mas antes da comemoração das bodas de prata, Gilvanete foi atropelada por uma moto e morreu no dia sete de setembro de 1989. O pastor Torres permaneceu viúvo por quase quatro anos. Nesse espaço de tempo o Senhor levantou a filha Keila para ajudar no ministério pastoral frente à igreja Batista do Cinquentenário. O tempo também passava para Marlene Paiva, uma ex-ovelha do pastor Torres, amiga da família, que aos 34 anos já pedia consolo ao Senhor e conformação, para que seu coração não se entristecesse por passar o resto de sua vida solteira. Por tantos anos pedira um esposo, mas agora parecia que suas orações não seriam atendidas. Foi quando Marlene recebeu a visita de uma prima, que falou do Pastor Torres e de seu sofrimento, por ter que conduzir sua vida, sua família e seu ministério sem uma auxiliadora. A prima rogou: Marlene, casa com meu pastor. Marlene achou a proposta estranha. Ela havia sido ovelha do Pastor Torres desde quando morou na cidade de Pedreiras, no Maranhão. Mas a partir daí começou a pensar nele e se perguntava: por que não? A prima também foi até o pastor Torres e falou de Marlene. Pronto, a possibilidade criada por Deus havia sido estabelecida. Os dois conversaram, namoraram e seis meses depois, no dia 9 de janeiro de 1993, casaram em uma cerimônia grandiosa. Dez meses depois a bênção se completava com a chegada de Mateus, o único filho dos dois. 1 Coríntios 2.9 está escrito: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” Nosso conhecimento daquilo que Deus tem preparado para nós, que O amamos, é imperfeito. Por isso, temos que aprender confiar e a esperar, nos mantendo firmes ainda mais nAquele que não vemos, mas no qual cremos. Temos que nos manter firmes ainda mais nAquele que sempre fará com que nosso coração desfrute das suas bênçãos. Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. Ele é bom, não falhará. E quando eu não entender os acontecimentos da minha vida, quando eu não ver e se eu não perceber o que está acontecendo e o que vai acontecer, confiarei!
Escrito por taniabigua às 10h54
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O verbo se fez carne
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai." João 1.14
O mundo tenta de todas as formas excluir Jesus Cristo da celebração do Natal. Toda ênfase é dada aos substantivos que tentam trazer significado ao Natal, como: paz, alegria, amor, felicidade, bênçãos, saúde, etc. Entretanto, o Verbo continua a se fazer carne entre nós! Nenhum destes substantivos tem maior significância, se o Verbo não der a eles o verdadeiro sentido: Eu vos dou a Paz! Eu sou o Amor! A minha Alegria é a vossa Força! Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida! Que o Verbo de Deus continue a habitar em sua vida, trazendo o verdadeiro significado do Natal, pois Ele veio para que a nossa vida fosse abundante e que no Ano Novo, Ele continue a suprir cada uma das nossas necessidades. São os votos de Biguá & Tânia
Escrito por taniabigua às 15h05
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Procuram-se camelos 3
O que os resgatadores fazem por pessoas em áreas destruídas por catrástofes, Deus fará por mim e por você. Deus entrou em nosso mundo, lançou uma corda em nossa vida submergida em pecado. Ele salva e salvará. Assim como Noé achou graça diante do SENHOR (Gen 6:8), nós também alcançamos a graça. Noé deveria ser um homem simples. Tiro essa conclusão porque não conheço ricos que fazem seus próprios navios. Eles contratam empresas e pessoas para isso. Noé carregou madeira, cerrou, martelou, montou, betumou e depois entrou em seu navio. De lá viu a humanidade sendo destruída por causa do dilúvio. Noé também não pôde achar o bairro dele, nem a casa dele. Muita coisa Noé não pôde achar. Mas o que ele poderia achar fez toda a diferença. Noé achou graça aos olhos de Deus. Se você tiver tudo, e nada da graça, você não tem nada. Se você não tiver nada, mas tiver a graça, você tem tudo. A salvação é realmente um milagre que acontece somente pela graça de Deus e mediante a fé no sacrifício de Jesus no calvário. A salvação não pode ser comprada, porque seu valor é tão alto, que nem todo dinheiro do mundo seria suficiente para adquiri-la. Por isso Jesus disse: “É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Até os discípulos de Jesus, ouvindo isso perguntaram ao mestre: Quem poderá, pois, salvar-se?. Jesus, porém olhando para eles disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis. Jesus não está tratando aqui sobre condição financeira de ninguém, e sim sobre salvação. Muitos interpretam essas palavras pensando ser algo sobre prosperidade ou alguma outra coisa parecida. Na verdade se enganam não somente sobre o que Jesus quer nos ensinar, mas também a respeito do camelo e da agulha. O camelo aqui é exatamente o que você conhece, aquele bicho esquisito usado como transporte no deserto. E a agulha? Eu te pergunto; o que você conhece por agulha nos dias de hoje? Seria aquele pequeno objeto de metal que serve para fazer costura? Sim, esse mesmo objeto de hoje Jesus usou para fazer esse comparativo e você concordará que para um bicho de dois metros de altura passar por um buraquinho milimétrico de uma agulha, além de ser impossível seria uma incoerência crer nisso, não é verdade? Pois saiba, foi exatamente isso que Jesus nos ensinou. Troque a palavra rico por pobre, ou bêbado, ou ladrão, ou prostituta ou simplismente por homem. Qualquer ser humano, independente de sua condição, cor ou idade era impossibilitado de entrar no Reino de Deus. Quem nos possibilitou isso foi o Pai enviando seu filho para resgatar a dívida do pecado e da morte. Entrar nesse reino sem o milagre da salvação, é impossível. Nem eu, nem você, nem qualquer outro homem ou mulher que já nasceu nesse mundo teria a graça maravilhosa de entrar no Céu. Mas o Senhor nosso Deus tornou isso possível! Então, meu amado, minha amada, é mais fácil o camelo, o bicho, passar pelo fundo de uma agulha (de costura), do que o rico, o pobre, eu ou você entrar no Reino do Senhor! Mas a Deus todas as coisas são possíveis, Aleluia!! E, outra vez disse Jesus: é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá, pois salvar-se? MT 19:24-25 É compreensível entender o espanto dos discípulos. A sociedade desde os tempos mais antigos, sempre aponta a riqueza como um sinal de aprovação dos céus. Algo muito semelhante ao que acontece hoje, ...já acontecia naquela época. Ser rico era um sinal da benção de Deus na vida de um Judeu, assim como alguns falsos pregadores fazem muitos acreditar, que a riqueza é um sinal do amor de Deus para com seu amado servo. Creio que na época essas idéias meio controversas, eram bastante difundidas entre o povão. Afinal, ao pensar que o homem rico era um privilegiado escolhido por Deus, seus servos certamente respeitariam o rico muito mais. Então vem Jesus e diz: Olha pessoal, isso aí está errado! Olhem para mim. Acaso eu, Jesus, tenho algum dinheiro, poder político, tenho eu alguma propriedade? É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, que um rico entrar no reino dos céus! Os discípulos se espantaram, pois certamente conviviam com essa idéia errônea - desde que ainda eram crianças, acreditar que ser rico era sinal da aprovação de Deus. Jesus simplesmente destrói esse falso ensinamento. Os discípulos perguntam: Mestre se é tão difícil para um rico se salvar, quanto mais nós? Jesus responde: Olha na verdade, é impossível que um homem consiga salvar a sí mesmo. Mas a Deus nada é impossível. Ou seja, não é sua linhagem ou classe social, que garante a sua salvação. Não importa quão rico você seja, ninguém jamais terá o suficiente para comprar a salvação. Jesus quis dizer o seguinte: O rico normalmente não pede nada a ninguém. Se ele quer algo, vai lá e compra. O rico de espírito é simplesmente incapaz de admitir, que a salvação não pode ser comprada, ou conquistada. Ele não aceita simplesmente receber, de graça a salvação. Afinal ele é rico e não precisa de esmolas! Jesus nos deu o exemplo, nasceu em um lar humilde. Também não houve e nem haverá mulher mais abençoada que Maria. No entanto ela deu a Luz ao seu primeiro filho dentro de uma manjedoura. José o homem a quem Deus confiou a guarda de seu único filho, não era um rei, um nobre ou um mega empresário. Ele era um simples carpinteiro. Não permita que pessoas interesseiras ou más intencionadas, olhem seus bolsos. Porque se assim o fizerem, essas pessoas estarão te oferecendo uma mercadoria barata. Disse Jesus em Mateus 13: 45,46: O Reino do Céu é também como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola que é mesmo de grande valor, ele vai, vende tudo o que tem e compra a pérola. Algumas pessoas estão querendo negociar o evangelho, para atrair ricos e seus bens. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, que seja amaldiçoado! GL 1: 8
Escrito por taniabigua às 23h37
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Procuram-se camelos 2
Nas áreas devastadas dos ricos vemos um navio inteiro puxado por três quarteirões e colocado em cima de uma casa. Os carros caríssimos, avaliados em mais de 100 mil reais, estão escondidos nos escombros, destruídos, e nunca mais serão dirigidos. Mas poderia restar ainda o porte, ah, o porte de ricos, isso, com certeza eles não perderam e esse porte faria um bem danado à igreja. Para decepção de todos, os ricos estavam vestidos com toda a roupa que eles possuíam: camisetas, calças jeans e alguns chinelos. Não existia nenhum nariz empinado, nenhum cheiro de perfume caro. Os rostos deles estavam cansados de tanto sofrimento. E o que restou dos ricos foi pobreza, tristeza e desolação. E a igreja, que estava em busca deles, saiu, e fechou a porta por falta de ricos, e saiu, em busca dos camelos, na certeza que o Reino de Deus é valioso, mas as riquezas deste mundo jamais o comprarão. É necessário se despojar e se vestir de humildade para chegar ao céu.
Se todas as suas posses fossem levadas pela enchente, você poderia ainda assim adorar a Deus? Você ainda adoraria? Se não, você está segurando coisas demais. Na (1 Timóteo 6:17-19 NTLH) está escrito: “Aos que têm riquezas neste mundo ordene que não sejam orgulhosos e que não ponham a sua esperança nessas riquezas, pois elas não dão segurança nenhuma. Que eles ponham a sua esperança em Deus, que nos dá todas as coisas em grande quantidade, para o nosso prazer! Mande que façam o bem, que sejam ricos em boas ações, que sejam generosos e estejam prontos para repartir com os outros aquilo que eles têm. Desse modo eles juntarão para si mesmos um tesouro que será uma base firme para o futuro. E assim conseguirão receber a vida, a verdadeira vida.” Jesus Cristo sempre nos fala: bens não importam. O importante são pessoas. As tragédias climáticas que nos abatem tiram mais que telhados, carros ou mansões. As tragédias tiram a máscara da natureza humana. O problema principal no mundo não é a Mãe Natureza, mas, a natureza humana. Tire a policia da rua, tire os faróis de trânsito, diminua os muros, e o verdadeiro eu será revelado. No íntimo, somos selvagens. À mercê dos nossos próprios desejos, enveredamos por uma vida descontrolada de “… fazendo o que o nosso corpo e a nossa mente queriam” (Efésiso 2:3 NTLH). Você não tem que ir para um lugar próspero devastado por uma tragédia da natureza para ver o caos. Pior que a devastação por fora é a destruição por dentro. Uma cidade devastada será restabelecida, com certeza. Será consertada. Não importa quanto tempo levará ou quem pagará por isto. Uma coisa é certa: alguém tem que limpá-la. Ninguém está sugerindo o contrário. Todo mundo sabe, alguém tem que entrar e limpar a sujeira. Isso é o que Deus oferece para fazer conosco. Ele entra em vidas inundadas pelo pecado e lava o que não serve mais. Paulo refletiu sobre a conversão dele mesmo e escreveu: “ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:5 ARA). Nossos pecados não têm nenhuma chance contra as mangueiras de incêndio da graça de Deus e contra o sangue de Jesus que nos limpa de toda sujeira. Mas ele faz mais que nos limpar; ele nos reconstrói. Na forma do seu Espírito Santo, Deus se instala e começa um projeto de renovação completa. (Efésios 3:20 NTLH).
Escrito por taniabigua às 23h36
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Procuram-se camelos 1
Procuram-se camelos! A faixa que o pessoal impunha parecia estranha, mas não era. A igreja colocou em seu coração alcançar os ricos do bairro. Eles estavam bem à frente, bem perto, mas um tanto inacessíveis. Os muros altos e os corações duros eram uma barreira e tanto! Restava lançar mão das estratégias para tirar os impedimentos. Então eles pensaram primeiramente nas trombetas que derrubaram as muralhas de Jericó. Mas aonde estão as trombetas? Além de tudo tinha uma outra questão a ser respondida. E se as muralhas caíssem, eles, que estavam em busca dos ricos, teriam que suportar alguma prostituta Raabe, e sua família, aquela que foi salva, depois que os muros de Jericó caíram (Josué 6:25)? Não, pra quem está em busca de ricos, prostituta Raabe só se tiver dinheiro. E assim os muros continuaram altos e intransponíveis. Aí veio a idéia da faixa: Procuram-se camelos. A igreja estava no Brasil, bem longe da África, Ásia e do Oriente Médio, onde se vê muitos camelos. Também os zoológicos estavam a muitos e muitos quilômetros de distância. Então a faixa funcionou, pois aguçou a curiosidade. Começaram a indagar o por que da frase. Por que uma igreja estava à procura de camelos? Com panfletos nas mãos a igreja trazia um alerta contido nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas: é mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha. (Mateus 19:24) Assim os ricos entenderam que a procura por camelos fazia sentido. Eles pararam para pensar e viram que realmente era muito difícil deixar suas vidas para seguir a Cristo. E foram embora! E a igreja que queria atingir os corações dos ricos? Ah! Ela não se cansou. Foi para outras áreas nobres, ali, onde os dízimos seriam grandes e as pessoas se apresentariam muito melhor, com suas roupas de grife, seus cabelos arrumados, suas unhas produzidas, seus sapatos finos, e com seus perfumes gostosos e caros, ah! isso deixaria a igreja mais bonita. Mas de repente chega às mãos da igreja notícias vindas de pessoas ricas. Em suas viagens caras, esses ricos foram atingidos por tsunamis. Além do mais suas casas foram varridas por furacões. Como se não bastasse tantas tragédias, seus escritórios sucumbiram na queda do edifício atingido por aviões suicidas. Apesar de tantas desgraças que atingiram os ricos, a igreja continuou pensando então nas contas bancárias, deveriam estar seguradas. Assim os membros daquela igreja, meditando sobre os sinais do fim dos tempos se aproximaram dos ricos que conseguiram sobreviver a tantas catástrofes. E cada vez que chegavam mais perto, eles prestavam atenção nas palavras dos sobreviventes ricos. E ficaram impressionados. Ninguém lamentava a perda de uma televisão com telão ou carrão submergido. Ninguém estava correndo pelas ruas gritando, “Minha furadeira sem fio está perdida!” ou “Meus tacos de golfe, meus sapatos, minhas roupas foram levados pela correnteza.” Eles lamentam, sim, por pessoas perdidas. E se alegravam por pessoas achadas. Será que com essa reflexão, Jesus está nos lembrando que pessoas são mais importantes que posses? Numa nação onde nós temos mais shopings, que escolas secundárias, mais dívida que crédito, mais roupas para se vestir do que nós podemos de fato usar, estaria o Cristo dizendo: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.” (Lucas 12:15)?
Escrito por taniabigua às 23h34
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JESUS NOS GARANTE A VIDA ETERNA
E DEPOIS DA MORTE?
Leitura Bíblica João 14.1-4
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Pai, quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou e vejam a minha glória que me deste antes da criação do mundo. (Jo 17.24) __________________________________
A televisão apresentou há algum tempo um documentário sobre as pirâmedes do Egito. Em parte foram destacadas as técnicas de construção. Mas a razão de toda aquel engenharia arquitetônica está relacionada com a vida appós a morte. Algo notório é que os arqueólogos e antropólogos não descobriram até hoje nenhuma tribo ou cultura humana em que o elemento de continuidade da vida além da morte não estivesse presente. Até o líder comunista nortevietnamita Ho Chi Minh (1890-1969) registrou em seu testamento: "Vou partir para me encontrar com os camaradas Marx, Lenin e Engels". Eclesiates 3.11 diz: "Ele fez tudo apropriado ao seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade". A morte é como que uma passagem pelo vale escuro do tempo e desemboca na eternidade. Jesus experimentou como ser humano a crueldade dessa passagem. Ele, sem pecado, sofreu esse tormento em favor de cada ser humano. E agora, todo aquele que crer e receber Jesus como seu Salvador e Senhor, "ainda que morra, viverá" (Jo 11.25) eternamente na habitação dos remidos e desfrutará daquela glória em Jesus já desfrutava com o Pai, mesmo antes da criação do mundo. E os que não receberam o Senhor Jesus como Salvador? Que diz a Escritura? Apocalipse 21.8 é enfático em afirmar: "Os incrédulos, os depravados, os assassinos, o que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos - o lugar deles será o lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte. "Por segunda morte entende-se a eterna separação de Deus. Sim, haverá vida após a morte. Por isso o Senhor Jesus Cristo diz: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente"( Jo 10.10). - HM
Jesus ressuscitou e garante a vida a todo o que confiar nele.
Pão Dário
Escrito por taniabigua às 19h01
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